Com Vão-se os dias e eu fico (São Paulo: Ateliê Editorial, 2009), Edson Nery da Fonseca prova, novamente, fazer parte de um ilustre ramo do memorialismo brasileiro, a que pertencem Gustavo Barroso, Gilberto Amado, Antonio Carlos Villaça e Pedro Nava. Escritores cujos livros parece que não se leem, mas se ouvem, como se estivéssemos a participar de uma saborosa e agradável conversa.

 

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