Este artigo discute a ideia de felicidade de uma perspectiva da antropologia e suas relações com o sistema econômico das sociedades tradicionais, a partir do conceito agostiniano de “paz” como “tranqüilidade da ordem”. Sugere a seguir, em diálogo com o historiador econômico Karl Polanyi, a inevitabilidade do desenvolvimento econômico – mesmo que implique a infelicidade coletiva – como condição para a sobrevivência dos povos e nações.

 

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