Ensaio que levanta e discute duas hipóteses – naturalística (biológica) e antropológica (cultural) – a respeito da repressão sexual e reprodutiva do homem sobre a mulher. Embora as causas do fenômeno tratado tenham raízes bioculturais, é nos mitos, tradições, crenças e religiões que residem as bases factuais, históricas, tanto do paradigma de superioridade sexual e reprodutiva do homem sobre a mulher como de sua resolução.
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