A chuva teria estragado tudo. No mês de maio o céu de Brasília permanece firme e seco. O excesso de bebida nos obrigou a uma parada estratégica. A conversa seguia entrecortada. Estávamos retornando de uma festa no Lago, e o carro permanecia abarrotado de palavras. Queríamos continuar chegando a lugar nenhum. Cinco vozes encharcadas e comprimidas nos bancos surrados. A discussão tinha começado na varanda da casa. As estrelasn hesitavam em ver-se refletidas na piscina.
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