Ao final de junho de 2003, a ANATEL aprovou aumentos nas tarifas telefônicas sob protestos do Ministério das Comunicações (MC) e de outras entidades dentro e fora do Estado, em razão dos efeitos do reajuste sobre o consumidor e a inflação. Esse não é um fenômeno novo, pois vários governos já foram pródigos em conter tarifas públicas (e não apenas nas telecomunicações), seja para simplesmente agradar ao consumidor/eleitor em momentos de “necessidade política”, seja com o intuito de reduzir as pressões inflacionárias, como foi a regra no Brasil antes de 1994.
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