De cada trinta ou quarenta moluscos, extrai-se uma única pérola. Bem se vê que se trata de um presente da natureza cuja posse é restrita. Sua produção só é multiplicada em virtude da ação do homem, que, respeitando os mesmos princípios de formação da “rainha das gemas” natural, introduz no molusco um corpo estranho, em torno do qual se desenvolverá a pérola cultivada, que será tão legítima quanto a primeira.

 

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