Seria de supor que uma sociedade fosse tão zelosa de suas fontes de renovação e permanência a ponto de concentrar nas cranças suas melhores atenções. Vã ilusão, se se trata de uma sociedade adultocêntrica. Está bem que são os adultos que fazem poesia e escrevem romances, compõem óperas e dançam tango, constróem casas e inventam máquinas, formulam teorias e fazem política, produzem alimentos e fazem a guerra.
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