O debate sobre a discriminação no mercado de trabalho brasileiro tomou novo impulso em 2001, em função da Conferência da ONU sobre discriminação racial. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplica - IPEA liberou esse processo, ao apontar as desigualdades salariais em virtude de cor e gênero, e reivindicar a implementação de políticas de ação afirmativa em favor de negros e pardos.
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