A perspectiva de criação da Área de Livre Comércio das Américas tem ocupado parcela crescente da atenção dos meios acadêmicos, empresariais e políticos brasileiros, mercê de dois fatores principais, mercê de dois fatores principais. De um lado, a significação econômica e social do empreendimento proposto, nada menos que a formação de uma zona de livre comércio que congregará todo o continente americano, acrescida da construção de uma normativa comum em áreas tão sensíveis como a de serviços, de investimentos, de compras governamentais e de propriedade intelectual. De outra parte, o cronograma de negociações acordado, o  qual prevê a conclusão dos entendimentos já no início de 2005.

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