A gestão da qualidade tornou-se uma ferramenta gerencial amplamente adotada a partir dos anos sessenta, no lastro dos sucessos alcançados pela indústria do Japão no pós-guerra. Abrange um diversificado leque de instrumentos que inclui técnicas de planejamento de curto e de longo prazo, procedimentos de controle da qualidade, métodos de identificação, análise e solução de problemas na produção e em atividades de apoio, formas de organização flexível da manufatura e procedimentos para estimular o trabalho em equipe e a participação do trabalhador nas decisões de produção. Inúmeras denominações foram cunhadas pelo mercado para esse rol de técnicas, dependendo do enfoque e das prioridades atribuídas por quem as aplicava, tais como “garantia da qualidade”, “controle da qualidade total”, “gestão da qualidade total” e, mais recentemente, “reengenharia de negócio”, “gerenciamento enxuto” e “seis sigma”.

 

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