É inegável que o fenômeno da violência no Brasil tem observado um processo intensamente multiplicativo, no decorrer das últimas décadas. Contudo,
especificamente nesta última, o processo se tornou tão vertiginoso que os próprios estudiosos do fenômeno não se sentem muito à vontade para afirmar sua convicção, quanto à possível regressão a um passo ao menos aceitável de sua evolução.
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