As telecomunicações foram privatizadas entre 1995 e 1998, em um clima de euforia e aparente apoio do público. Os resultados foram considerados excelentes pelas autoridades e os elevados ágios, pagos pelos vencedores dos leilões, alardeados na mídia como demonstração da competência e probidade com que o processo teria sido conduzido. Mesmo a posterior divulgação de fitas com diálogos que poderiam ser considerados, na melhor das hipóteses, constrangedores,  envolvendo o Ministro das Comunicações e o presidente do BNDES em uma fracassada tentativa de manipulação dos consórcios participantes do leilão, não chegou a arranhar a boa imagem do processo1 .

 

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